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terça-feira, 1 de junho de 2010
14:27 |
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Biopetro Ambiental |
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Imagem extraida do Satélite da Nasa, a grande parte cinza repersenta a mancha de óleo causada pela explosão da plataforma no Golfo do México.
A temporada de furacões no Oceano Atlântico começou nesta terça-feira, aumentando a ameaça para o meio ambiente no litoral do Golfo do México, pois pode levar o vazamento de petróleo terra dentro e poluir restingas e rios.
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, na sigla em inglês) advertiu que esta pode ser uma das temporadas mais ativas na história.
A entidade prevê a formação de entre 8 e 14 furacões, dos quais a metade poderia ser de grande potência. Alem disso, podem acontecer entre 14 e 23 tempestades tropicais.
O local onde afundou a plataforma que originou o vazamento de petróleo está no caminho de alguns dos furacões mais devastadores, como o "Camille", em 1969, e o "Katrina", em 2005.
Os cientistas acreditam que o petróleo depositado no mar não impedirá a formação das tempestades.
Um furacão dificultaria as operações de limpeza, das quais atualmente participam mais de 20 mil pessoas e 1.700 navios.
Além disso, o vento e as ondas poderiam levar o material para o interior de estuários e restingas, que são um elo muito importante no ecossistema do Golfo do México.
Enquanto isso, a British Petroleum (BP) prepara-se para colocar em prática uma nova tentativa para deter o fluxo de hidrocarbonetos, depois que no sábado reconheceu que sua iniciativa anterior não funcionou.
A companhia petrolífera usará robôs submarinos para serrar um encanamento, colocar um selo e levar o petróleo e o gás natural até um navio na superfície, em mais uma operação arriscada, cujo êxito não está garantido.
O procurador-geral dos Estados Unidos, Eric Holder, visitará nesta terça, pela primeira vez, a zona afetada pela poluição, e se reunirá com os fiscais dos estados de Louisiana, Alabama e Mississipi.
Holder analisa se houve irregularidades que motivaram o desastre e se a BP e suas empresas parceiras violaram normativas ambientais americanas.
O presidente dos EUA, Barack Obama, se reúne na terça-feira com os líderes de uma comissão criada por ele para investigar o pior derramamento de óleo na história do país, que agora representa uma nova ameaça às costas do Mississippi e Alabama.
O vazamento em um poço da empresa BP no golfo do México já supera o acidente de 1989 com o navio Exxon Valdez na costa do Alasca. No 43º dia da operação para tentar conter o petróleo, a empresa britânica preparou um novo plano para canalizar o material até a superfície, por meio de um tubo de 1.600 metros.
"Estão começando o processo", declarou a principal conselheira da Casa Branca para assuntos de meio ambiente, Carol Browner, à CNN, referindo-se à operação que consiste em tampar a tubulação e recuperar o petróleo por meio de um cano situado em um barco na superfície. "Agora, o objetivo é conter o petróleo", explicou.
Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/temporada+de+furacoes+pode+aumentar+consequencias+de+vazamento+de+petroleo/n1237648998932.html
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